Tel Aviv, em Israel, é a cidade mais cara do mundo para se viver, segundo um estudo anual da ‘The Economist’, que destaca que os problemas de abastecimento fizeram os preços dispararem em muitas metrópoles (veja o ranking mais abaixo).
“Na quinta posição no ano passado, Tel Aviv se torna a cidade mais cara do mundo” pela primeira vez, destacou em comunicado.
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Foto de 4 de junho mostra ruas de Tel Aviv, em Israel, com pessoas com e sem máscaras
Amir Cohen/Arquivo/Reuters
Esta posição reflete “a vitalidade da moeda israelense, o shequel, perante o dólar, já que o indício toma como base comparativa os preços em Nova York”, diz o estudo. Paris e Cingapura aparecem empatadas no segundo lugar, seguidas de Zurique e Hong Kong. Nova York está em sexto.
Veja o ranking:
1. Tel Aviv (Israel)
2. Paris (França)
2. Cingapura (Cingapura)
4. Zurique (Suíça)
5. Hong Kong (China)
6. Nova York (EUA)
7. Genebra (Suíça)
8. Copenhague (Dinamarca)
9. Los Angeles (EUA)
10. Osaka (Japão)
No ano passado, a lista era encabeçada por Paris, Zurique e Hong Kong, as três na primeira posição. Segundo o estudo, a elevação dos preços é o maior em cinco anos, a 3,5%, aponta a France Presse.
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“Os problemas das cadeias de abastecimento contribuíram para o aumento dos preços, a covid-19 e as restrições sociais seguem pesando na produção e no comércio no mundo”, prossegue a The Economist.
Os preços dos transportes dispararam devido ao encarecimento dos combustíveis, continua o estudo. Mas o tabaco e o lazer também tiveram fortes altas. O estudo também destaca a inflação galopante em Damasco, Caracas, Buenos Aires e Teerã.
A capital síria é, segundo o texto, a cidade mais barata para se viver entre as 173 analisadas.
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